Derrocada: Tsunami de rejeição atinge o MBL

O MBL vive seu pior momento com milhares de desfiliações em todo o território nacional.

O presidente da câmara dos deputados, Rodrigo Maia (DEM), ao seu lado, Kim Kataguiri coordenador do MBL e deputado federal pelo DEM.

Após convidar personagens tradicionais da política nacional para fazer parte de seu evento anual, o MBL (Movimento Brasil Livre), que inicialmente apareceu no cenário político representando uma nova alternativa política jovem mais à direta, agora vive seu pior momento com milhares de desfiliações em todo o território nacional.

Por causa de posicionamentos mais centralizados politicamente, um tsunami de críticas já havia inundado as redes sociais dos líderes do movimento. Chamados de “oportunistas” e “traidores” seguidores criticaram o convite feito ao ex-presidente Michel Temer, para fazer parte de um congresso organizado pelo MBL. Até os ex-presidentes, Lula e Dilma, também foram convidados, mas somente Temer confirmou presença.

Saída de dirigentes

No útimo dia (2/9), Carmelo Neto, ex-presidente do Movimento Brasil Livre (MBL) no Ceará, anunciou no perfil oficial dele no Twitter, a saída dele do movimento.

Ele expressou gratidão pelo aprendizado e pelas amizades, mas não deixou claro qual seria o motivo do desligamento.

“Gostaria de informar aos amigos q eu não faço mais parte do Movimento Brasil Livre e deixo a partir de agora a coordenação do movimento no Ceará. Sou muito grato por tudo q aprendi e por todas as amizades que o movimento me deu. Sigo a minha consciência e o que acho ser correto.“, tuitou.

Redes sociais

O Instagram oficial do MBL já perdeu milhares de seguidores. Alguns de seus líderes também já perderam prestígio nas redes e são criticados diariamente.

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