Além da permanência, vereador defende que prédio passe por “ampla reforma”

O vereador Luiz Carlos Suíca (PT) acompanhou a manifestação contra a mudança do Centro de Convenções para o bairro do Comércio, na manhã de quinta-feira (11). Ao explicitar oposição à saída do Stiep e destacar a necessidade da reforma da estrutura, o líder da bancada da oposição na Câmara Municipal de Salvador criticou a postura dos opositores ao governo de Rui Costa.

Suíca: “É óbvio que o governo e a prefeitura devem auxiliar nessa questão”.
Suíca: “É óbvio que o governo e a prefeitura devem auxiliar nessa questão”.

“Defendemos a permanência e a reforma do local, mas sabemos que quem fez uma pequena melhoria foi o governador Wagner, desde que o prédio existe. Nenhum governo anterior buscou isso. Tenho a certeza que essa demanda será resolvida por Rui Costa, da mesma maneira que ele resolveu o problema do metrô, que hoje autorizou as obras para a linha da Paralela, assim como fez durante o período de chuvas, levando o prefeito ACM Neto até Brasília para auxiliar na liberação dos recursos”, diz Suíca.
O vereador ainda afirma que não foi para um ato da política e sim da sociedade, de representantes do turismo, que atuam no setor. “Até entendo a eloquência de alguns filhotes que não sabem se comportar em eventos públicos, por ainda estarem engatinhado na política”.

Para o petista, é inadmissível também que em um ato como esse não se tenha um representante da Secretaria Estadual de Turismo, informando sobre a real situação e auxiliando nos debates em defesa do governo.
“Não resta dúvida que o turismo é uma pasta importante e se for bem planejado pode gerar emprego e renda para Salvador, que é a capital do desemprego. É óbvio que o governo e a prefeitura devem auxiliar nessa questão”, salienta. Os políticos contrários ao PT ainda acusaram a gestão estadual de ter abandonado o Pelourinho, o que foi rebatido por Suíca no evento: “Quem maquiou o Pelô foi ACM avô, quando expulsou os moradores que viviam lá há muito tempo e entregou casarões para comércio só para amigos dele e também não planejou a segurança, era um revólver para cada dez soldados”.

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