O servidor Carlos Alberto Almeida de Aragão, preso durante a Operação Inventário na última quinta-feira (10),  foi exonerado do cargo. Ele atuava como diretor de secretaria na 11ª Vara de Família, Sucessões, Órfãos, Interditos, Ausentes, em Salvador.

O Ministério Público da Bahia (MP-BA) investiga, além de fraudes em processos judiciais, indícios de lavagem de dinheiro, organização criminosa, corrupção ativa e passiva, estelionato, fraude processual, uso de documento falso e alteração de dados no sistema.

A exoneração de Carlos Alberto, que era vinculado ao Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA), foi assinada pelo presidente do órgão, o desembargador Lourival Trindade.

Além do servidor, também foram presos os advogados João Carlos Santos Novaes e Marco Aurélio Fortuna Dórea.

A operação do MP, coordenada pelo Grupo de Apoio Especial de Combate às Organizações Criminosas (Gaeco), cumpriu ainda 11 mandados de busca e apreensão nas casas e escritórios de advocacia dos investigados, em Salvador e Lauro de Freitas, na Região Metropolitana.

Outros três advogados e um vendedor também apontados como parte do esquema fradulento tiveram mandados de busca cumpridos.

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