Um requerimento do senador Esperidião Amin (PP-SC) solicitando que a indicação de André Mendonça para o Supremo Tribunal Federal (STF) seja votada com urgência pelo plenário da Casa teve o apoio formal de 24 outros senadores – que pediram para assinar o documento.

De acordo com a coluna de Mônica Bergamo, na Folha de S. Paulo, o número está sendo considerado por adversários como revelador do apoio real que Mendonça tem hoje no Senado para virar ministro do STF. Ou seja, ele teria hoje pouco mais da metade dos 41 votos que precisa para ser aprovado.

Morosidade

Na quinta-feira, 7, o presidente da CCJ (Comissão de Constituição e Justiça), o senador Davi Alcolumbre afirmou, que não há nenhuma “demora anormal ou estranha” no agendamento da sabatina do ex-advogado-geral da União André Mendonça, que foi indicado pelo presidente Jair Bolsonaro para o cargo de ministro do Supremo Tribunal Federal (STF). Segundo Alcolumbre, o atraso se deu por conta de “turbulências políticas”.

Mendonça foi indicado ao STF em 13 de julho, cinco dias antes do início do recesso parlamentar. Os trabalhos no Congresso retornaram em 3 de agosto, mas não houve nenhum andamento no processo nas semanas seguintes, e o ex-AGU espera até hoje para ser sabatinado.

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