O Senado Federal retirou as igrejas da lista de organizações que poderão ter reuniões restringidas durante a pandemia do coronavírus, no projeto de lei do senador Antonio Anastasia (PSD-MG), aprovado nesta sexta (3). Assim as organizações religiosas passam a ser liberadas da obrigação de cumprir a quarentena, mas o texto ainda seguirá para análise da Câmara, segundo o site IG.

A proposta original pedia que associações, sociedades, fundações e organizações religiosas deveriam “observar as restrições à realização de reuniões e assembleias presenciais até 30 de outubro de 2020, durante a vigência desta Lei, observadas as determinações sanitárias das autoridades locais”.

O Senado Federal retirou as igrejas da lista de organizações que poderão ter reuniões restringidas durante a pandemia do coronavírus, no projeto de lei do senador Antonio Anastasia (PSD-MG), aprovado nesta sexta (3). Assim as organizações religiosas passam a ser liberadas da obrigação de cumprir a quarentena, mas o texto ainda seguirá para análise da Câmara, segundo o site IG.

A proposta original pedia que associações, sociedades, fundações e organizações religiosas deveriam “observar as restrições à realização de reuniões e assembleias presenciais até 30 de outubro de 2020, durante a vigência desta Lei, observadas as determinações sanitárias das autoridades locais”.

“Do jeito que está redigido, há quem possa interpretá-lo no sentido de que a proposição quer que as igrejas fechem as portas a quem quer exercitar a fé. O assunto não é da alçada da União, e sim dos municípios”, afirmou a senadora Simone Tebet (MDB-MS).
No dia 20 de março as reuniões foram proibidas pela Justiça de São Paulo, a pedido do Ministério Público, onde foi estipulado uma multa diária de R$ 10 mil para líderes religiosos que convocassem seus fiéis para cultos e missas presenciais.

A questão de suspender ou não as reuniões presenciais, sobretudo os cultos, se tornou polêmica no meio evangélico, onde muitos fiéis defendiam a suspensão e outros a continuação das reuniões, sob julgamento de “falta de fé” a quem decidisse ficar em casa.

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