O governo dos Estados Unidos executou Keith Nelson, assassino condenado de uma criança de 10 anos, na tarde desta sexta-feira (28), na quinta execução desde que retomou a pena de morte nos últimos meses, depois um hiato de 17 anos, e apesar de uma decisão judicial de que as injeções letais violam a legislação.

Nelson, de 45 anos, foi declarado morto às 16h32 (horário local) na câmara de execução do Departamento de Justiça dos EUA em Terre Haute, no estado de Indiana, após ser injetado com doses letais de pentobarbital, um poderoso barbitúrico, de acordo com um representante da mídia que testemunhou a execução.

Foi a segunda execução dos EUA nesta semana, depois que Lezmond Mitchell, outro assassino condenado foi morto na quarta-feira. O governo do presidente Donald Trump, um defensor da pena de morte para crimes graves, já realizou mais execuções federais do que nos 57 anos anteriores.

Violação da lei de segurança

Na quinta-feira (27), uma juíza federal que supervisiona as contestações legais ao protocolo de execução de Nelson e outros presos no corredor da morte decidiu que o protocolo do Departamento de Justiça viola as leis de segurança de drogas.

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