Provável candidato do PDT à presidência, Ciro Gomes foi umas das lideranças políticas que participaram do ato contra o governo Bolsonaro e pelo impeachment em São Paulo neste domingo, 12, e discursaram em cima de um dos trios.

O ex-ministro defendeu uma ampla aliança para garantir o impedimento de Bolsonaro e provocou o PT, dizendo que ainda há tempo para o partido “amadurecer”. Nas últimas entrevistas=, Ciro tem repetido que não interessa à sigla e a Lula o impeachment de Bolsonaro, já que segundo ele ambos se alimentam da ambiente polarizado e do radicalismo.

Segundo o pedetista, este arco inclui também partidos e representantes mais à direita e ao que se referiu como “centro democrático”.

“Para fazer o impeachment e proteger a democracia brasileira temos que juntar todo mundo. Ainda há tempo para o PT amadurecer. Quem for democrata tem que entender que o impeachment é a a única saída. Precisamos fazer um acordo com a direita e um centro democrático”, declarou.

O PT não participou do ato, que foi inicialmente organizado pelo Movimento Brasil Livre (MBL). Centrais sindicais importantes como a CUT também ficaram de fora da manifestação, que contou com representantes de outros partidos de esquerda como PCdoB e PSOL.

Além de Doria e Ciro, também compareceram ao ato o ex-ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta (DEM), os senadores Simone Tebet (MDB-MS) e Alessandro Vieira (Cidadania (ES), os deputados federais Tabata Amaral (sem partido-SP), Joice Hasselmann (PSL-SP), Orlando Silva (PCdoB-SP), Kim Kataguiri (DEM-SP) e Marcelo Ramos (PL-AM), os deputados estaduais Isa Penna (PSOL-SP) e Arthur do Val (Patriota-SP), o presidente da Força Sindical, Miguel Torres.

No Twitter, Ciro disse que o ato deste domingo o deixou cheio de “esperança” com o futuro do país e prometeu continuar a mobilização pelo “Fora Bolsonaro”.

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