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Mário Kertész comentou a abertura do processo de impeachment contra a presidente Dilma Rousseff (PT) aceito pelo presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB). “Esse Eduardo Cunha é um chantagista. O que ele fez pode até prestar um serviço importante para o país. Eu me recuso a bater palmas para ele, acho que foi um golpe baixo, sujo, nojento. Quem não conhece ele que imaginou que isso não fosse acontecer, ele é um chantagista de quinta categoria. Não adianta a gente ficar só na base da vontade. Não vou entrar nessa discussão de gente anti-petista, porque existem pessoas com a visão equivocada, menor. O Petrolão foi articulada por diversos setores, isso a gente sabe”, disse na manhã desta quinta-feira (3).

MK falou ainda sobre a compra de votos pelo ex-ministro das Comunicações Sérgio Motta, no então governo de Fernando Henrique Cardoso. “Serjão comprou votos do Congresso Nacional para aprovar a reeleição, com ajuda do meu querido Luis Eduardo Magalhães. Em matéria de política, estamos mal, porque o pessoal todo vota mal. A gente deveria ter a capacidade de analisar com inteligência, eu digo o que eu penso. Acho que o governo do PT teve coisas boas e muitas péssimas”, completou.

“Não me arrependo de ter trabalhado na campanha de Lula. O que me entristece é essa chantagem explícita. Do ponto de vista da economia, que já está mal, nós vamos sofrer bastante em função do que está acontecendo”, disse.

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