A baleia jubarte que foi encontrada morta neste domingo (24) na praia do Jardim de Alah foi a mesma que foi localizada ferida na última sexta-feira (22)  no ferry-boat em Salvador. Os restos do animal começaram a ser retirados nesta segunda-feira (25).

Os restos do animal de 8 toneladas foram afastados da água e cortados por funcionarios da Limpurb com o auxílio de uma retroescavadeira. Na operação, que foi iniciada no início desta manhã e deve acabar por volta de meio dia, a maior preocupação é afastar os restos da água.

“É mais difícil retirar o animal que morre na água, porque temos que cortar no facão, já que a escavadeira não entra na água e a motosserra desliza na gordura do animal”, explica Marco Bandeira, gerente operacional da Limpurb.

Após levados por um trator até uma cacamba da Limpurb, os pedaços serão  transportados até o aterro sanitário do CIA onde ficaram enterrados.

O animal encalhou na última sexta-feira no Ferry Boat. Depois de se debater por mais de uma hora, a baleia conseguiu sair por conta própria.

Também nessa sexta-feira (22), um tubarão-martelo foi morto na praia de Armação. Pescadores se assustaram

Veja o que fazer se encontrar uma baleia encalhada:

  1. Isole a área e entre em contato com o Programa de Resgate do Projeto Baleia Jubarte – outras espécies de baleias, lobos marinhos botos e golfinhos também são atendidos.
    Sede da Praia do Forte:  (71) 3676-1463 ou 8154-2131
    Sede de Caravelas (sul do estado): (73) 3297-1340 ou 98802-1874 (ligações a cobrar são aceitas);
  2. Não toque e nem se aproxime, além do tamanho e do peso que podem oferecer riscos, animais encalhados, vivos ou mortos, também podem transmitir doenças aos seres humanos;
  3. Animais domésticos, como cães e gatos, também precisam ficar longe do local, pelos mesmos motivos;
  4. Não se aproxime da cauda – são animais grandes em situação de debilidade física, que podem se tornar ariscos com a aproximação de outros indivíduos e causar ferimentos;
  5. Não tente salvar o animal ou devolvê-lo ao mar se ele estiver com vida – o trabalho deve ser feito por especialistas;
  6. Evite respirar o ar expirado pelos animais;
  7. Tire fotografias do animal, para possibilitar a identificação da espécie e documentação do caso
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