“O lockdown deve se estender até a próxima segunda-feira, sim; e, se as taxas de ocupação das UTIs não se reduzirem, o fechamento de atividades não essenciais deve ser ampliado ainda por mais tempo. É uma medida muito drástica, mas necessária para que a gente não assista à cenas terríveis de pessoas morrendo nas portas dos hospitais por falta de condições de atendimento. E a Câmara dos Deputados tem que permitir que estados e municípios comprem diretamente suas vacinas, por causa da incompetência do Governo Federal”, declarou o presidente da Assembleia Legislativa da Bahia – ALBA, deputado Adolfo Menezes, ao participar hoje (02.03) da cerimônia virtual de posse de Rafson Saraiva Ximenes, reconduzido ao cargo de chefe da Defensoria Pública do Estado da Bahia – DPE/BA.

“É uma pena que não possa dar um abraço pessoalmente no defensor-geral Rafson Ximenes, que faz um brilhante trabalho na Defensoria Pública da Bahia e estará conosco, trabalhando pelo povo da Bahia, até 2023. A Defensoria é instituição essencial para a orientação jurídica e a defesa dos nossos cidadãos e cidadãs mais pobres, essencial para a manutenção, de fato, da liberdade e do estado democrático de direito”, elogiou Menezes.

Além do chefe do Legislativo estadual, participaram da cerimônia de posse de Ximenes o Procurador-Geral do Estado da Bahia, Paulo Moreno, representando o governador Rui Costa; o desembargador Augusto Bispo, representando o presidente do Tribunal de Justiça da Bahia, Lourival Trindade; e a chefe do MP/BA, Norma Angélica Cavalcanti; a presidente do Colégio Nacional de Procuradores, Maria José Nápolis; entre outras autoridades. Em virtude da atual situação de pandemia da Covid-19, a sessão solene foi transmitida pelos canais Defensoria Bahia no YouTube, Twitter e Facebook.

Rafson Saraiva Ximenes, 40 anos, atua como Defensor Público-geral desde 2019. Formado em Direito pela Universidade Federal do Estado da Bahia – UFBA, é defensor público desde 2007 e atuou em Itabuna, Jequié e Salvador, nas áreas penal, execução penal, cível, família, fazenda pública, relações de consumo, registros públicos, direitos humanos e curadoria.

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