Veja nove lugares que você certamente sente saudades em Salvador

Se você tem pelo menos 20 anos, certamente sente saudades de alguns lugares que não existem mais em Salvador ou que não funcionam mais como antes. Pensando nisso, resolvemos saber de alguns internautas quais são as suas principais lembranças da cidade e fazê-los relembrar os bons momentos vividos nesses lugares. Confira!

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Aeroporto
Para mim, desde que foi inteiramente reformado, em 1998, o Aeroporto de Salvador perdeu o seu principal atrativo: as varandas onde as pessoas podiam ver quem embarcava e desembarcava nas aeronaves. Além disso, o clima aconchegante que o lugar tinha também acabou se perdendo, e até a livraria acabou perdendo sua graça.
Pauline Rego, fisioterapeuta

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Tamina Park
Sinto saudades do Tamina. Ia sempre lá com minha família e passava o dia inteiro no parque. Quando passo pela BR e vejo as ruínas, me dá um misto de tristeza e nostalgia.
Fernando Gonçalves, engenheiro

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Wet´n Wild
Costumava ir no Wet´n Wild todo final de semana com minha família. Lembro que ficava ansiosa em ir em todos os brinquedos e tinha uma paixão especial pela piscina de ondas. A diversão ficava ainda maior quando encontrava com amigas ou quando tinha a companhia de minhas primas que moravam em Brasília.
Flávia Fagundes, estudante

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Aeroclube
O aeroclube era um bom espaço de lazer, reunia muitas opções em um ambiente agradável por ser a céu aberto. Desde pequena quando frequentava o Laser Shots, o Multiplex e algumas festas no Rock in Rio gostava do espaço. Mas sinto falta mesmo dos shows de forró que tinham todo domingo numa das praças de alimentação mais ou menos em 2005.
Natália Mafra, advogada

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Clube Português
O Clube proporcionava que os moradores da Pituba tivessem um espaço de encontro semanal. La existiam festas, desenvolvimento de esportes e campeonatos que faziam com que as pessoas interagissem e convivessem de forma harmônica. O clube funcionava, então, como uma praça, onde todos os moradores da Pituba se encontravam.
Cristiane Passos, professora

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Trem do Subúrbio
Lembro que quando era pequena minha família fazia passeios no trem do subúrbio de Salvador. A vista encantadora e a brisa do mar me fazem sorrir ainda hoje. Mas os passeios ficaram cada vez mais raros por causa da deterioração dos vagões e trilhos e a insegurança que se instaurou por lá. Há anos não faço esse passeio e sinto muita saudade desse tempo. Emília Oliveira, jornalista

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Mansão Wildberger
Lindo. Maravilhoso ambiente, onde podia-se contemplar um pôr do sol espetacular com vista para a Baia de Todos os Santos. O local parecia um pequeno e aconchegante castelo, ideal para realização de um casamento, pois além da vista maravilhosa, possuía decoração clássica e com muitas antiguidades, além de ser coladinha com a Igreja da Vitoria!
Juliana Machado, advogada

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Fonte Nova
A antiga Fonte Nova tinha um ar de grandiosidade que a atual não tem. Era muito maior. Não sei o que é, mas dava emoção só de passar na frente do estádio. Apesar da falta de conforto, tinha mais cara de “estádio”. As arquibancadas de cimento eram boas para quem gostava de ficar mais à vontade na hora de sentar. Falar da velha Fonte Nova pra mim é complicado e emocionante. Cresci indo ali.
Hailton Andrade, jornalista

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Colonia de Pescadores na Boca do Rio
Lembro com carinho de quando criança almoçar no Yemanjá e me deliciar com os frutos do mar típicos da Bahia. E ali ao lado estava a sede da Colonia de Pescadores, uma casa de paredes de pedra escura, e teto de palha bem baixo. A imaginação explodia de imagens de tudo aquilo que eles traziam do mar e de la saia para as mesas do restaurante famoso. Ali bem em frente onde hoje as pessoas pedalam, correm, surfam ou jogam vôlei na areia, vi algumas vezes o arrastão da rede repleta de peixes de todos os tamanhos… Lembranças incríveis e inesquecíveis!
Antônio Álvaro Cunha Neto, médico

 

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