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Escola CO.liga abre inscrições no Subúrbio 360 para 57 cursos gratuitos – Prefeitura Municipal de Salvador

Texto: Marco Pitangueira / Secom PMS
Foto: Jefferson Peixoto / Secom PMS

O espaço da Escola Digital de Economia Criativa (CO.liga), localizado no Subúrbio 360, em Coutos, está com inscrições abertas para cursos gratuitos nas áreas de tecnologia, design, multimídia e empreendedorismo. As matrículas podem ser realizadas online ou presencialmente no local, com atendimento nos turnos da tarde e da noite, e a iniciativa conta com apoio da Prefeitura de Salvador.

A ação é fruto de uma parceria entre o Subúrbio 360 e a plataforma CO.liga, desenvolvida pela Fundação Roberto Marinho (FRM) em conjunto com a Organização dos Estados Ibero-americanos (OEI). O projeto tem como principal objetivo democratizar o acesso à formação gratuita e ampliar oportunidades no setor da economia criativa para jovens e adultos da comunidade.

Ao todo, a plataforma disponibiliza cerca de 57 cursos gratuitos, que podem ser realizados de forma online ou presencial no laboratório digital do Subúrbio 360. As formações abrangem áreas como Tecnologia, Empreendedorismo, Multimídia, Design, Patrimônio, Música, Gastronomia e Artes Visuais, atendendo tanto iniciantes quanto pessoas que buscam qualificação ou aperfeiçoamento profissional.

Entre os cursos mais procurados estão os voltados à produção de conteúdo digital, edição de vídeo, criação de podcasts e design,  segmentos em crescimento e com forte potencial de geração de renda.

As inscrições estão abertas desde a última segunda-feira (6) e podem ser feitas gratuitamente pelo site oficial (https://coliga.digital/pt-BR/cursos) ou presencialmente no laboratório digital do Subúrbio 360. No atendimento presencial, a equipe oferece suporte completo aos interessados, desde o cadastro até a escolha do curso. O atendimento ocorre das 14h às 16h, no período da tarde, e das 17h30 às 19h, à noite.

A gestora da Escolab Subúrbio 360, Celma Vitória, destacou a relevância da iniciativa para a inclusão digital e o desenvolvimento social da comunidade. “É muito significativo, principalmente no fortalecimento da inclusão digital e na possibilidade de despertar novas perspectivas profissionais. Muitos alunos enxergam uma oportunidade de gerar renda, empreender e ingressar no mercado criativo. Além disso, a iniciativa promove a autoestima e o senso de pertencimento à comunidade, especialmente para aqueles que não têm acesso a computadores e internet em casa”, afirmou.

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