ARTIGO: Bolsonaro fascista?

O mainstream tem uma nova missão: Propagar a palavra fascismo em todos os meios de comunicação. Nos últimos dias de acirramento eleitoral, é comum observar adversários do presidenciável Jair Bolsonaro gritando: “fascistas, o fascismo não pode voltar”, ou como o derrotado no primeiro turno, Ciro Gomes, lançava a todo momento: “Esse Bolsonaro não passa de um ‘fascistóide”.

Como já era esperado, aqueles que adoram usar camisetas do líder revolucionário Che Guevara, e absorvem com facilidade o que seu professor de história diz, encontraram na palavra fascismo, a melhor arma para combater suas oposições políticas. A filósofa Márcia Tiburi em seu livro, “Como Conversar Com Um Fascista” relata os melhores procedimentos para dialogar com um fascista, e na prática deu um show quando abandonou seu contraditor em uma Rádio no Sul do Brasil. Gritou fascista e saiu correndo, deixando para trás o que pra eles é um outro ícone do “fascismo”: Kim Kataguiri, líder do Movimento Brasil Livre e deputado federal eleito por São Paulo. Ou seja, não existe mais argumentação, o fiel defensor das nações socialistas, quando se vê em um beco sem saída, tem como única alternativa chamar seu adversário de fascista e abandonar o debate.

Bom, pra você que adicionou recentemente essa novidade ao seu “riquíssimo” vocabulário, vamos entender:

O fascismo é uma variante do movimento socialista. O governo se alia a grandes grupos econômicos, e entre si, decidem o destino de tudo. Quase todos os regimes econômicos no mundo são de economia fascista, como o que vemos na China, o governo e grandes grupos econômicos; ou no Brasil, o Petrolão. Essas políticas sempre são apoiadas pela esquerda.

O fascismo nasceu na Itália, como uma espécie de dissidência do movimento socialista, quando o mesmo começa a crescer na Europa, sobretudo na Alemanha, com a ajuda da União Soviética.

A Alemanha, por causa do tratado de Versalhes, não poderia ter um exército próprio, então a União Soviética ofereceu um território para que eles pudessem treinar. Deu também ajuda militar e econômica. Se não fosse isso, o fascismo não teria sido um problema internacional. O comunismo usa o fascismo. O fascismo é uma etapa para o socialismo. No Brasil acontece de maneira bem clara, quando vemos os grandes governos centralizadores, como o de Getulio Vargas, governo que os comunistas apoiavam, e adorados por políticos da esquerda brasileira, como Lula entre outros.

A PEC 51, que pede a desmilitarização das polícias, que busca tirar o poder policial dos governos, federalização da educação, marco civil da internet, estatuto do desarmamento,  ações centralizadoras que vozes da esquerda apoiam com unhas e dentes. A esquerda lulista adotou essa linha de raciocínio, acusar seus adversários do que realmente são.

Simplificando, é só olhar as propostas do Bolsonaro e fazer uma comparação com as ideias defendidas pela esquerda e seu candidato, Fernando Haddad.

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