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Comunidade acadêmica é formada por 50 mil pessoas

Se administrar uma casa com pouca grana já é uma tarefa desafiadora, imagine gerir uma universidade com uma comunidade acadêmica de 50 mil pessoas e com um corte de orçamento de R$ 10 milhões em dois anos? Se a falta de dinheiro foi motivo de dor de cabeça, imagina manter tudo em ordem nesse espaço, incluindo a segurança?

Essa é a missão, pelos próximos quatro anos, do reitor da Universidade Federal da Bahia (Ufba), João Carlos Salles, e do vice-reitor, Paulo Miguez. As prioridades  serão segurança, permanência dos alunos, preservação do conceito de universidade pública e pesquisa.

A ‘cidade’ sob a responsabilidade deles dois tem mais de 300 mil metros quadrados de área construída, 164 prédios em funcionamento e uma ‘população’ de estudantes, professores, técnicos, funcionários terceirizados. Na prática, é mais gente do que a população de mais de 300 dos 417 municípios baianos, segundo dados do IBGE.

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