77% dos municípios baianos têm problemas provocados pelo consumo de crack

Cerca de 77% das cidades baianas têm problemas causados pelo consumo de crack.  De acordo com o Mapa do Crack, idealizado pela Confederação Nacional dos Municípios (CNM), das 417 cidades do estado, 321 enfrentam dificuldades classificadas como altas, médias e baixas. No total, apenas 16 delas informaram não terem transtornos nos serviços públicos provocados pelo uso da droga. O estudo foi realizado com base em respostas dos próprios gestores municipais, que classificam os problemas de acordo com o nível de interferência nas áreas de assistência, educação, saúde e segurança. Os 80 municípios restantes não responderam à pesquisa.

Região problemática
A região com maior concentração de problemas é o Extremo Sul do estado, onde praticamente todas as cidades têm transtornos altos e médios. Por lá, 11 municípios foram classificados com alto índice de problema, entre eles Porto Seguro e Teixeira de Freitas, enquanto sete têm nível médio – a maior é Eunápolis.

Os maiores
Dentre os 20 maiores municípios do estado, Feira de Santana, Alagoinhas, Barreiras, Paulo Afonso e Candeias têm problemas graves provocados pela droga, além de Porto Seguro e Teixeira de Freitas. Deles, Juazeiro e Lauro de Freitas disseram que não enfrentam transtornos por conta do crack.

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