Suspeito de matar jornalista em prédio onde ela trabalhava é preso, diz SSP

Polícia não passou informações sobre a identidade do criminoso. Ele será apresentado na Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), na tarde desta terça-feira (14).

suspeito matar jornalista

O homem suspeito de matar a jornalista Daniela Bispo, 38 anos, no prédio onde a vítima trabalhava, em Salvador, foi preso na tarde desta terça-feira (14). De acordo com informações da Secretaria da Segurança Pública da Bahia (SSP-BA), o criminoso vai ser apresentado às 16h, no Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP).

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A SSP não passou detalhes da prisão do suspeito e nem da ligação dele com a vítima. No entanto, a polícia já tinha informado da suspeita de um homem que foi filmado pelas câmeras de segurança do prédio, na noite da segunda-feira. Conforme a polícia, a família da vítima reconheceu o suspeito nas imagens e disse que a mulher tinha um relacionamento com ele.

Daniela foi achada morta na manhã desta terça-feira, no quinto andar de um edifício comercial localizado na Avenida Tancredo Neves. Ela trabalhava no primeiro andar. Segundo a polícia, ela foi assassinada e tinha ferimentos na cabeça causados, provavelmente, por uma faca.

Ainda conforme a polícia, a jornalista trabalhava em uma empresa de call center localizada no edifício onde foi morta e foi vista pela última vez na noite de segunda-feira (13), quando deixou a firma para tirar um intervalo. Ela deveria voltar ao serviço, mas não retornou. A família chegou a fazer buscas pela jornalista na noite de terça, sem sucesso.

Daniela deixa dois filhos. O enterro dela será na quarta-feira (15), no cemitério da Ordem Terceira, na Baixa de Quintas, em Salvador.

O Sindicato dos Jornalistas dos Profissionais no Estado da Bahia (Sinjorba) emitiu nota de pesar e informou que pretende acompanhar e divulgar as investigações.

Também em nota, o Sindicato dos Trabalhadores em Telecomunicações da Bahia(Sinttel) lamentou a morte da operadora de telemarketing e informou que ela era funcionária de uma empresa que presta serviço ao Disque 100, do Ministério dos Direitos Humanos.

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