Suíca quer movimentos nas ruas e diz ‘que chegou a hora de garantir direitos’

Capitaneado pela Frente Brasil Popular e pela Frente Povo Sem Medo, a manifestação inicia uma ação de vigília que vai até o domingo (17), dia da votação do processo de impedimento na Câmara Federal.

O final desta semana será agitado e de ânimos acirrados para grupos pró e contra o impedimento da presidente Dilma Rousseff (PT). É o que garante o vereador de Salvador, Luiz Carlos Suíca (PT). O edil considera que é preciso manter o equilíbrio e a serenidade de ambos os lados e afirma que vai acompanhar os movimentos sociais e populares nesta sexta-feira (15), em Salvador, durante o ato contra o impeachment e em defesa da democracia. Capitaneado pela Frente Brasil Popular e pela Frente Povo Sem Medo, a manifestação inicia uma ação de vigília que vai até o domingo (17), dia da votação do processo de impedimento na Câmara Federal.

“É hora de ir para as ruas garantir os direitos. A derrubada de Dilma agora significa uma perda de poder do nordeste e, no cenário nacional, uma mancha na história do país. O impeachment nada mais é que um vingança de Eduardo Cunha junto com o vice-presidente Michel Temer. O que querem é diminuir as conquistas dos trabalhadores e das trabalhadores e fugir das investigações de corrupção”, salienta Suíca. Ainda de acordo com o edil, é preciso continuar com as políticas sociais e iniciar um novo processo de governo. “Não se mexe em direitos trabalhistas, pelo contrário, precisamos de mais políticas públicas para ajudar a gerar emprego e o país voltar a crescer”.

Suíca cita o caso de Salvador, onde a administração do governo da Bahia, uma gestão petista, tem realizado obras estruturantes para as periferias da cidade como a ligação do metrô, a via expressa e o segundo Hospital Geral. “São frutos da prioridade dada ao nordeste, mesmo em tempos de crise. Precisamos dessa mesma forma valorizar os trabalhadores, principalmente os terceirizados. Não podemos deixar que sejam punidos por uma política econômica perversa e vamos lutar para manter os direitos e que trabalhadores não sejam demitidos”.

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