CENSURA? Movimentos pró-impeachment estão proibidos de protestar na Barra

Os movimentos pró-impeachment estudam neste momento a realização de outro local, que pode ocorrer no Jardim de Alah.

Conforme o Democratas, por decisão do governador Rui Costa (PT), a Polícia Militar só irá permitir manifestações dos grupos ligados ao PT e que são contrários ao impeachment. “O que o governador Rui Costa está fazendo é alimentar o confronto, já que todos sabiam do evento pró-impeachment na Barra. O PT e seus sindicatos e movimentos sociais comprados só programaram o evento deles para a Barra para promover confusão, pois sabem que a presidente Dilma Rousseff vai perder na Câmara”, afirmou o líder do Democratas na Assembleia, Pablo Barrozo, que estuda acionar o chefe do Executivo estadual juridicamente.

O coordenador do MBL na Bahia, Ricardo Almeida, disse que irá recorrer na decisão. “Foi arbitrária essa decisão e vamos recorrer. Tradicionalmente, sempre nos manifestamos lá. É uma clara tentativa de impedir o nosso protesto”, afirmou.

Os movimentos pró-impeachment estudam neste momento a realização de outro local, que pode ocorrer no Jardim de Alah.

RESPOSTA

A secretaria de comunicação do Estado enviou uma nota negando que proibiu o Movimento Brasil Livre (pró- impeachment) de realizar as manifestações na Barra, próximo domingo (17), dia da votação do Impeachment da presidente Dilma na Câmara dos Deputados. A SECOM informou que “apenas solicitou” a mudança de local, tendo em vista que o movimento contra o impedimento da presidente (pró-Dilma) faria a manifestação no mesmo local.

Confira nota:

– Nesta quarta-feira (13), houve reunião entre PM e representantes dos movimentos Brasil Livre (MBL), Vem Pra Rua e Ordem dos Médicos do Brasil (OMB);
– Na ocasião, PM SUGERIU que eles fizessem protesto em outro lugar. SUGESTÃO FOI DADA em razão de uma manifestação a favor de Dilma já agendada para acontecer no mesmo local pela manhã;
– Movimento pró-Dilma pediu para realizar ato na Barra no dia 11 de abril. O pedido dos manifestantes pró-impeachment foi protocolado na PM no dia seguinte, 12 de abril;
– Diante do contexto, representantes dos movimentos pró-impeachment informaram à PM que fariam o ato no Jardim de Alah e reunião acabou;
– A Polícia Militar apenas recomendou, não proibiu nada. Obviamente não houve proibição do governador. Objetivo da recomendação foi garantir a segurança de todos e evitar confrontos.

FONTE:BOCAONEWS

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